quarta-feira, 17 de junho de 2009

Em caso de roubo, furta ou perda de documentos

Sim, blog tb é utilidade pública. Rola na net um e-mail sobre alertta de procedimentos a serem feitos em caso de furto ou roubo de documentos. Sabemos sempre que é uma dor de cabeça muito grande, além de ter os objetos levados, toda a questão burocrática que envolve o fato depois. Com essas simples dicas, elas não farão vc não ser assaltado/furtado, mas podem amenizar as preocupações depois. Reprozo abaixo, conforme recebi:

 

Um advogado circulou a seguinte informação para os empregados na Companhia
dele:
1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Ao invés,
escreva 'SOLICITAR RG' .
2. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu
telefone de casa. Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use este em
vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use
seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do
residencial.
3. Tire Xerox do conteúdo de tua carteira. Tire cópia de ambos os lados de
todos os documentos, cartão de crédito, etc. Você saberá o que você tinha
em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para
chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro. Também leve
uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro. Se
sabe de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de
créditos, etc... roubados.
Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque
minha carteira foi roubada no último mês. Dentro de uma semana, os ladrões
ordenaram um caro pacote de telefone celular, aplicaram para um cartão de
crédito VISA, tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um
computador, dirigiram com minha carteira, e mais.....
Mas aqui está um pouco de informação crítica para limitar o dano no caso
de isto acontecer a você ou alguém que você conheça.
E MAIS....
4. Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de
crédito imediatamente. Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos
e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.
Mantenha estes onde você os possa achar.
5. Abra um Boletim Policial de Ocorrência imediatamente na jurisdição onde
seus cartões de crédito, etc., foram roubados. Isto prova aos credores que
você tomou ações imediatas, e este é um primeiro passo para uma
investigação (se houver uma).
Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo:
6. Chame imediatamente o SPC (11-3244-3030) e SERASA (11-33737272) (e
outros órgãos de crédito se houver) para pedir que seja colocado um alerta
de fraude em seu nome e número de CPF . Eu nunca tinha ouvido falar disto
até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma
aplicação para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome.
O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que
sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone
antes que o crédito seja aprovado.
Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do
roubo), todo o dano já havia sido feito. Há registros de todos os cheques
usados para compras pelos ladrões, nenhum de que eu soube depois que eu
coloquei o alerta. Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os
ladrões jogaram fora minha carteira. Este fim de semana alguém a devolveu
para mim. Esta ação parece ter feito eles desistirem.

 

Passamos para frente muitas piadas pela Internet . Mas se você estiver
disposto a passar esta informação, realmente poderá ajudar alguém com quem
você se preocupe .

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Que amor é esse?

Na última semana, dois casos chocaram o Brasil. Dois casos com desfecho trágico e a mesma motivação: namorados que não souberam aceitar o término da relação. O primeiro caso talvez tenha sido ofuscado pela grande polêmica causada pelo segundo, mas embora menos divulgado pela imprensa, causa a mesma dor e revolta.

Virlanea era uma menina simples, de família humilde, viu na faculdade de medicina a possibilidade de realizar o sonho de ser médica, além de ajudar a família. Estava no último ano da Universidade Federal em Uberaba, cidade onde morava com a mãe. As vésperas de sua formatura, seu sonho foi interrompido brutalmente. A jovem, que completaria 28 anos no dia em que seu corpo foi encontrado boiando nas águas do Rio Grande (divisa de SP com MG), próximo a Igarapava no interior de SP, teve três objetos amarrados ao pescoço por uma corda: uma roldana, uma marreta grande e outra pequena, para que afundasse no rio, além de segundo informações da polícia, apresentar perfuração na cabeça por objeto pontiagudo.

O principal suspeito é o ex-namorado da moça, com que ela teve um relacionamento de 6 anos, que inconformado com o fim do namoro há cerca de 1 mês teria levado Virlanea do ponto de ônibus, onde no domingo (12/10) ela esperava para seguir ao plantão que faria naquele dia.

A polícia ouviu o suspeito, e após algumas investigações decidiu na quinta-feira (16/10) decretar a prisão temporária do suspeito, após analisar alguns objetos encontrados.

Em Santo André, mais um caso de amor não aceito terminou em tragicamente. Esse talvez pudesse ter sido evitado. Um jovem de 22 anos, também inconformado com o fim de seu namoro, resolve ir até a casa da ex-namorada e fazê-la refém.

De acordo com alguns relatos de amigos e conhecidos, tudo havia sido premeditado. O jovem chegou armado e manteve Eloáh, de 15 anos, e mais alguns amigos reféns, fazendo a soltura de alguns pouco a pouco. Uma das amigas da jovem, que havia sido solta, voltou a casa para tentar ajudar a amiga. Em vão, a polícia invadiu a casa e o desfecho trágico dessa história trouxe grande repercussão. A menina não resistiu aos ferimentos.

Talvez se a polícia tivesse um pouco mais de preparo não teria existido essa segunda vítima, mas a questão aqui não é o trabalho da polícia, uma vez que o fato já aconteceu e discutir o certo ou errado, não vai mudar muito coisa agora, mas o que chama a atenção é o motivo pelo qual essas duas jovens perderam a vida. Ex-namorados, dizendo-se apaixonados, cometeram crimes, na tentativa de resgatar seus grandes amores. Mas será que seriam amores mesmo? Porque penso que quem ama não mata. Justificar um crime, dizendo que foi por amor, é para mim, pura falta de incapacidade.

Por que um homem amarra roldanas e marretas e afunda sua ex-namorada? Por que um jovem passa mais de 80 horas ameaçando sua ex-namorada, na tentativa de reatar o namoro? Só porque elas não queriam mais? Isso não é motivo para justificar esses atos.

Acabou? Não deu certo, bola pra frente. O lado deixado pode até sofrer, mas daí a interromper uma vida? Quantos amores e desamores temos na nossa vida, se aquele, o qual achávamos que duraria a vida toda não der certo, azar de quem deixou, deve ter gente que poderia ser muito melhor. Mas não, as pessoas se sentem donas, possessiva, acham que o seu sentimento deve ser o comandante da relação, mas não se preocupam em saber se outro lado quem aquilo também. Com isso esquecem de si, de viver e passam e viver em função daquele que dizem amar e quando se deparam com uma situação destas, não sabem reagir de forma normal, partindo para a violência, violência que muitas vezes acaba em tragédia como essas.

E de quem é a culpa? Nessas horas não há mais quem culpar ou motivo para justificar um fato destes, até porque não existe justificativa, nem mesmo o amor.

Sei que me desabafo não vai mudar em nada, mas é hora de começarmos a pensar e também de nos assustar, porque imagino eu, que essas duas jovens, jamais imaginaram que os homens que ora estiveram aos seus lados, em vários momentos felizes, poderiam vir um dia lhes tirar a vida.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Eleições 2008

Esse ano fiquei totalmente distante das eleições, principalmente por estar morando em Floripa - SC e meu título ainda pertencer a Franca - SP. Na dúvida, acabei não o transferindo, e até que não me arrependo, mesmo sabendo de todo blá-blá-blá sobre a importância do voto. Mas queria votar com vontade, assim como fiz na última vez que votei há 4 anos e não por imposição. Sei que hoje moro aqui e deveria estar mais atenta aos meus atos de cidadania, escolhendo o governante daqui e não de onde nem sei se um dia eu voltarei a viver (até mesmo porque não sou de Franca e muito provavelmente se um dia retornar a SP, escolherei outra cidade), mas não vou me preocupar, nem mesmo me achar errada diante da minha opção de não votar. Acho bem pelo contrário, só assim mesmo pra eu conseguir não ser obrigada a votar em quem eu não quero.

Se meu título tivesse sido transferido para cá, eu também teria que me dirigir a um colégio eleitoral e escolher algum, ou anular, ou votar em branco. Para não desperdiçar, prefiro a alternativa de justificar. Sim!! Podem me chamar do que for, criticar, mas essa é a minha opinião e enquanto eu tiver pagando as minhas contas e tiver lucidez, sou eu quem decide pelos meus atos.

Afirmo e repito e ainda dou risada. Sim dou risada. Ontem a noite eu tentei assistir ao debate político aqui de Florianópolis. Eu que já acompanhei campanhas como repórter e estive nos bastidores como assessora de imprensa de candidato, me surpreendi ontem. No começo tive um choque, depois um acesso de risos. Por um momento me perguntei se aquilo era realmente um debate, pois me pareceu tudo, menos um debate. Cheguei a pensar que aquilo era uma rinha de galos, depois uma feira-livre, e por fim achei que tudo era um grande circo, mas voltei atrás, seria injusta ao comparar o trabalho dos profissionais que se esforçam para nos levar alegria, com toda aquela papagaiada que estava por ver.

Nem o Sr Ruy Pierre, figura carismática e super popular nas eleições de Franca, me fizeram rir tanto. Só para explicar, o Ruy é um comunicador, que sempre se lançou a prefeito de Franca, mas infelizmente nunca chegou, pois em suas campanhas, ele sempre usava jargões ou mascotes, como meio de descontração, mas o povo, infelizmente não lhe dava credibilidade. Tenho certeza que se tivesse, teria feito sim um bom mandato, pois sua conduta, mostrada apenas um homem brincalhão, mas sempre honesto.

Mas, voltando ai debate que assisti ontem, fiquei me perguntando onde estava a ética. Nas eleições de 2004, fui assessora de imprensa do Dr. Ubiali, que concorria à prefeitura de Franca. Lembro-me bem dos debates que participamos, em momento algum os candidatos se agrediram verbalmente. Eram debates mesmo, discutiam sobre suas propostas, perguntavam sobre a viabilidade das idéias e deixavam de lado as rugas e picuinhas de vaidade. Estavam ali num jogo de interesses por um cargo e não para ver quem é que xingava mais. Aliás, debate, significa discutir sobre um ou vários temas e o que vi ontem, passou bem longe disso: candidatos chamando um ao outro de burro, cego, inconseqüente, imaturo, só faltou chamar de filho da .... lá lá lá.

Esqueceram que do outro lado tinham famílias, pessoas querendo ouvir opiniões e não pessoas querendo assistir a uma luta de vale tudo. Os telespectadores estavam ali para ouvir planos, sugestões, sobre situações atuais que precisam ser mudadas ou ao menos melhoradas.

Mas enfim, tanto insulto, me fez desistir de continuar vendo, pois imaginei que até o final, não conseguiria ver propostas e sim somente agressões. Claro que não posso generalizar. Vi candidatos exporem suas propostas, o que tinha certeza que o faria, pois são macacos velhos na profissão. Dormi no meio do debate, se é que aquilo foi um.

Isso me fez sentir saudades. Não que quisesse voltar no tempo, mas lembrei-me da campanha passada e senti um pouquinho de saudade da ansiedade que nos dá durante a proximidade da eleição, dos momentos decisivos. Da agitação do povo, da correria pra saber se está tudo certo, das últimas pesquisas, e principalmente da pergunta que fica no ar: será que vai dar?

Uma saudade nostálgica, que dá e passa. Que faz lembrar que um trabalho foi bem feito e bem desenvolvido, mas que diante do que assisti ontem, não me faz mais ter vontades de me envolver com a política de hoje.

Agora só nos resta esperar....

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Tá chegando....

É amanhã. Meus talvez nunca esperados 3.0. Isso me lembra outras vésperas de aniversários completados. Eu sempre criando a expectativa pelo dia seguinte.

18 anosTalvez o que eu mais me lembre seja os meus bons 18 anos, a véspera dele. Tenho até hoje rascunhado numa velha folha de agenda a minha ansiedade pela data que estava por chegar. Era a idade mais sonhada para mim, mais até que meus 15 anos. Fazer 18 significava uma série de coisas, dentro daquele mundinho em que eu vivia. Significava uma certa liberdade. Diferente daquela que eu tinha. Os 18 significavam na minha ingênua imaginação ser mulher, tirar habilitação, poder pegar o carro do papai emprestado. Poder dizer sou maior de idade e vou fazer isso sim.... ah quanta ilusão. Hoje olhando para trás vejo que nem foi tudo isso. Nem precisei fazê-los para ter ou ganhar alguma coisa. A liberdade continuou a mesma, o direito de escolher aquilo que eu quisesse também.

Mas para mim na época ter 18 talvez significasse não dar tantas satisfações aos outros. Coisa que eu só vim aprender depois que não era necessário, afinal, que satisfação devo eu da minha vida a alguém além de mim? Mas parecia que eu estava prestes a entrar num mundo adulto, onde eu achava que iria descobrir coisas novas e melhores. Santa inocência. Não descobri muita coisa diferente do que eu já sabia.

Apenas comecei a ver as coisas de forma diferente, mas não por causa de uma simples mudança na idade, mas sim porque as coisas em volta da gente mudam. E, geral é nessa idade que entramos para a faculdade, que começamos a ter que definir certas escolhas e filtrar algumas opções para num futuro termos uma definição daquilo que desejamos.21 anos

Se a idade for significado de melhor ou pior, talvez eu preferisse então ter apenas meus 2 ou 3 anos, para não ter que em certos dias enfrentar situações que muitas vezes não nos agrada.

Mas como não posso voltar aos meus 3 anos, brindo com muita felicidade, e dessa vez sem retrospectos, a chegada de mais uma, sem esperá-los ansiosa. Brindo aos meus 30 anos, que chegam daqui a pouco, com uma alegria e segurança que nenhuma outra véspera de aniversário me deu. Sorrio para a vida, que me fez chegar aqui de forma plena e segura.

Desta vez, sem choros ou lamentações. Também sem pedidos especiais. O que a vida tem me oferecido já é de bom tamanho perto daquilo que lá nos meus 18 anos eu nem imaginava ter.

A garotinha cresceu... continua sim mimada, cheia de manhas, mas hoje vê além daquele mundinho da tão sonhada faculdade e da carteira de habilitação.

Que venham os 3.0 e tudo que ele possa me trazer de especial!!!!

Ta quase lá....

(só para lembrar, to postando uma foto tirada no final dos 17 anos e outra no final dos 20, só para confirmar como o tempo foi muito, mas muito generoso comigo)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Oba, selinho!!!!

Pois é, decidi postar ele aqui (depois posto ele no outro blog).

Na sexta-feira ganhei esse selinho da minha querida prima, que além de ser parecida comigo (coitada, to chamando a guria de feia), tem algumas coisitas em comuselo blog2 cópiam com esse ser maluco aqui. Claro além da paixão por gatos, ela assim como eu se revoltou contra as proibições que a mãe dela fez na infância e virou jornalista (kakakakakaka).

 

Agora fala sério prima, esse bichinho é quase igual um gatinho né? Será que não fazem dele mais dócil? Eu ia amar tem um bichano deste na minha casa!!!!

 

Mas enquanto eu não posso, fica meu mais novo selinho aqui. Vou retribuir ele para uma grande amiga, a Joice.